quinta-feira, 30 de junho de 2011

História

A história é a ciência que estuda a ação do homem no tempo e a análise de processos históricos ocorridos, a história pode ser dividida entre pré-história que é o que ocorre antes da escrita e tem que estudar a partir da analise de arte rupestre, artesanatos, e objetos deixados pelo homem pré-histórico e após a escrita.

Após a escrita, a história pode ser dividida em 3 fases distintas: a fase Pré-científica que engloba as historiografias Grega, Romana, Cristã-medieval e Renascentista, a fase de transição, em que se destacam a historiografia Racionalista ou Iluminista e a historiografia Liberal e Romântica e, finalmente, a fase científica em que temos o Positivismo, o Historicismo, o Materialismo Histórico, no século XIX, e a escola dos "Annales" e a História Nova, em pleno século XX.

A história na Grécia começa com Heródoto, que é considerado o pai da história,no século V a.C. ao tentar separar qualquer aspecto mitológico na tentariva de investigação do passado, procurou alem disso estabelecer ligação entre os fatos históricos e os motivos deles terem ocorrido. Após Heródoto, outros historiadores gregos se destacaram como Tucídides e Políbio, Tucídides foi rigoroso na escolha de testemunhas e na tentativa de passar uma imparcialidade em seus textos. Políbio fez a transição da historiografia para os romanos.

A história Romana se destaca por Tito Lívio e Tácito, mas não ocorre grandes evoluções da historiografia grega para a romana .

Com a chegada da Idade Média há um retrocesso na historiografia ao apresentar relações teológicas , sendo que Deus passa a estar no centro das preocupações humanas, fazendo com o historiador se preocupe com o motivo da vinda do filho de Deus ao mundo e analisar suas repercussões.

Com a volta do Renascimento em que se acompanha o ressurgimento da herança cultural dos gregos e que ciências auxiliares da história começam a se desenvolver como é o caso da arqueologia, por exemplo.

Perto da Revolução Francesa, grandes filósofos como Voltaire, Montesquieu e Rosseauirão lançar bases filosóficas que irão mexer também com a História na qual se começa a atribuir maior importância às sociedades como um todo do que à grandes personalidades.

No século XIX a história entra em um movimento liberal e romântico que tinha grande simpatia com a Idade Média e introduz uma certa subjetividade na narrativa.

Augusto Comte dá as bases para o Positivismo que aplica a filosofia nas ciências da natureza e o papel do historiador passa a ser a pesquisa dos fatos e na sua organização tentando ser o Maximo impessoal possível.

Porque o rigor do Positivismo não seria, segundo alguns historiadores, integralmente aplicável às ciências humanas, assiste-se ao surgimento de um movimento denominado Historicista que passa a dedicar grande atenção à subjetividade e interpretação, embora aproveitando muito do método positivo. A História, que segundo os positivistas não deveria ser interpretada mas redescoberta, passa a constituir um processo pleno de subjetividade. É Ranke, que de alguma forma indica a evolução que se vai seguir, ao dar grande importância ao aspecto econômico na evolução das sociedades. No entanto, tal tendência só vira a concretizar-se com o aparecimento do Materialismo Histórico de Marx e Engels. Estes dois autores defendem que a História constitui, no seu essencial, uma "descrição" da luta de classes que sempre tem oposto explorados e exploradores. A economia passa a constituir um aspecto de capital importância na evolução das sociedades, nomeadamente no que toca à posse dos meios de produção. Marx divide a História em cinco grandes capítulos e introduz a noção de descontinuidade do processo histórico. O Homem passa a ter um papel mais modesto, passando o estudo das massas a ser mais atento. Há um aproveitamento da filosofia Hegeliana (Tese-Antítese-Síntese), defendendo Marx que a realidade não é a concretização do espírito do Homem, como afirmava Hegel, mas sim o "motor" que condiciona o espírito humano. Segundo Barraclough, o contributo do marxismo é fundamental pela nova orientação que é conferida ao processo histórico, orientação que irá culminar com a escola dos "Annales" e a História Nova.

Multidisciplinaridade

O que é?
Conjunto de disciplinas a serem trabalhadas simultaneamente, sem fazer aparecer as relações que possam existir entre elas, destinando-se a um sistema de um só nível e de objetivos únicos, sem nenhuma cooperação. A multidisciplinaridade corresponde à estrutura tradicional de currículo nas escolas, o qual encontra-se fragmentado em várias disciplinas.
De acordo com o conceito de multidisciplinaridade, recorre-se a informações de várias matérias para estudar um determinado elemento, sem a preocupação de interligar as disciplinas entre si. Assim, cada matéria contribuiu com informações próprias do seu campo de conhecimento, sem considerar que existe uma integração entre elas. Essa forma de relacionamento entre as disciplinas é considerada pouco eficaz para a transferência de conhecimentos, já que impede uma relação entre os vários conhecimentos.
Segundo Piaget, a multidisciplinaridade ocorre quando "a solução de um problema torna necessário obter informação de duas ou mais ciências ou setores do conhecimento sem que as disciplinas envolvidas no processo sejam elas mesmas modificadas ou enriquecidas". A multidisciplinaridade foi considerada importante para acabar com um ensino extremamente especializado, concentrado em uma única disciplina.
A origem da multidisciplinaridade encontra-se na idéia de que o conhecimento pode ser dividido em partes (disciplinas), resultado da visão cartesiana e depois cientificista na qual a disciplina é um tipo de saber específico e possui um objeto determinado e reconhecido, bem como conhecimentos e saberes relativos a este objeto e métodos próprios. Constitui-se, então, a partir de uma determinada subdivisão de um domínio específico do conhecimento. A tentativa de estabelecer relações entre as disciplinas é que daria origem à chamada interdisciplinaridade.
A multidisciplinaridade difere-se da pluridisciplinaridade porque esta, apesar de também considerar um sistema de disciplinas de um só nível, possui disciplinas justapostas situadas geralmente ao mesmo nível hierárquico e agrupadas de modo a fazer aparecer as relações existentes entre elas.

Multidisciplinaridade

(Interdisciplinaridade: disciplinas que se inter-relacionam na realidade e Multidisciplinaridade: disciplinas que se interconectam através das várias realidades)
Pretende -se discutir qual é a melhor e mais forte estratégia interdisciplinar ou multidisciplinar para desenvolver o sentido da totalidade e/ou conhecimento pelo sistema escolar de ensino.
. Para este, um elemento pode ser estudado por disciplinas diferentes ao mesmo tempo, contudo, não ocorrerá uma sobreposição dos seus saberes no estudo do elemento analisado. Segundo Almeida Filho (Almeida Filho, 1997) a idéia mais correta para esta visão seria a da justaposição das disciplinas cada uma cooperando dentro do seu saber para o estudo do elemento em questão. Nesta, cada professor cooperará com o estudo dentro da sua própria ótica; um estudo sob diversos ângulos, mas sem existir um rompimento entre as fronteiras das disciplinas.
Como um processo inicial rumo à tentativa de um pensamento horizontalizado entre as disciplinas, a multidisciplinaridade institui o inicio do fim da especialização do conteúdo. Para Morin (Morin, 2000) a grande dificuldade nesta linha de trabalho se encontra na difícil localização da "via de interarticulação" entre as diferentes ciências.É importante lembrar que cada uma delas possui uma linguagem própria e conceitos particulares que precisam ser traduzidos entre as linguagens.

Interdisciplinaridade

A interdisciplinaridade, segundo Saviani (Saviani, 2003) é indispensável para a implantação de uma processo inteligente de construção do currículo de sala de aula – informal, realístico e integrado. Bochniak (Bochniak, 1992) afirma que a interdisciplinaridade é a forma correta de se superar a fragmentação do saber instituída no currículo formal. Através desta visão ocorrem interações recíprocas entre as disciplinas. Estas geram a troca de dados, resultados, informações e métodos.Esta perspectiva transcende a justaposição das disciplinas, é na verdade um "processo de co-participação, reciprocidade, mutualidade, diálogo que caracterizam não somente as disciplinas, mas todos os envolvidos no processo educativo"(idem).
Transdisciplinaridade

. Deste modo, não uma matéria, mas sim um conjunto de matérias, não um caminho, mas inumeráveis caminhos, como um rizoma (multidisciplinaridade) e não como uma árvore (interdisciplinaridade).
A transdisciplinaridade foi primeiramente proposta por Piaget em 1970 (PIAGET, 1970) há muitos anos, contudo, só recentemente é que esta proposta tem sido analisada e pontualmente estudada para implementação como processo de ensino/aprendizado.
Para a transdisciplinaridade as fronteiras das disciplinas são praticamente inexistentes. Há uma sobreposição tal que é impossível identificar onde um começa e onde ela termina.
"a transdisciplinaridade como uma forma de ser, saber e abordar, atravessando as fronteiras epistemológicas de cada ciência, praticando o diálogo dos saberes sem perder de vista a diversidade e a preservação da vida no planeta, construindo um texto contextualizado e personalizado de leitura de fenôminos". (Theofilo, 2000)
A importância deste novo método de analise das problemáticas sob a ótica da transdisciplinaridade pode ser constatada através da recomendação instituída pela UNESCO em sua conferência mundial para o ensino Superior (UNESCO, 1998).
Nicolescu (Nicolescu, 1996) formula a frase: "A transdisciplinaridade diz respeito ao que se encontra entre as disciplinas, através das disciplinas e para além de toda adisciplina".

Conclusões

O indivíduo do terceiro milênio esta exposto a problemas cada vez mais complexos. Estes podem estar ligados a própria complexidade do inter-relacionamento dentro da sociedade humana ou através do grau de especialização atingido pelo conhecimento científico da humanidade.

Por isso torna-se importante a discussão destes assuntos para que as disciplinas escolares vivenciem o conhecimento como parte de um conjunto. Pois quanto mais o tempo tem passado mais complicado tem ficado notar a conexão que existe entre as diversas áreas dos saberes. Ao mesmo tempo, há uma necessidade da especialização, devido ao acúmulo cada vez maior dos conhecimentos. Entretanto é imprescindível compreender especialização no todo, de forma relacionada (conhecimento) e tentar vencer a tradição alienante das disciplinas tratarem seus saberes como se fossem únicas e sem relação uma com a outra quando na verdade são aspectos diferentes das mesmas realidades.

O fato é que o ser social deste novo milênio, caracterizado pela era da informação, do avanço tecnológico diuturno, da capacidade de interconexão em rede e de outras propriedades que caracterizam os paradigmas que constituem essa nova era, precisa encontrar na escola, seu ente social para a formação, o aparato técnico-científico-social capaz de o "cunhar" para a sua participação social.

Quanto às estratégias para efetuar mudanças reais na prática das escolas, a ideia dos temas transversais (transdisciplinaridade), onde os temas passam a ser o eixo e não a própria disciplina, parece ser a mais viável e condizente com a realidade social e cultural a qual fazemos parte e vivemos. Ou seja, um formato verdadeiramente multidisciplinar.
Diante de paradigmas tão dispares quanto os que são vivenciados hoje pela humanidade, a necessidade de se repensar o processo de ensino-aprendizagem atual se faz necessário. Continuar com o processo pedagógico-histórico atualmente instituído nas escolas e centros de estudo acadêmico é somente comparável com a geração de indivíduos, e conseqüentemente, de uma sociedade, intelectualmente analfabeta e limitada.


Fontes :
Cardona, Fernando - Transdisciplinaridade, Interdisciplinaridade e Multidisciplinaridade -http://www.webartigos.com/articles/34645/1/Transdisciplinaridade-Interdisciplinaridade-e-Multidisciplinaridade/pagina1.html#ixzz1QlZCaaE6

Sidnei Pichinin, Dailton - Interdisciplinaridade ou Multidisciplinaridade
http://www.pucrs.br/mj/artigo-interdisciplinaridade-ou-multidisciplinaridade.php

http://www.educabrasil.com.br/eb/dic/dicionario.asp?id=90

domingo, 26 de junho de 2011

Geografia



O campo de estudo da ciência geográfica é muito amplo, fato que possibilita a análise de diversos fenômenos que ocorrem no espaço. Sendo assim, a Geografia é responsável pela abordagem dos acontecimentos naturais, das modificações na natureza causadas pela relação homem-meio, organização espacial, interpretação da paisagem, descrição dos lugares, sociedade, análise geopolítica, economia, entre outros temas.Também podemos entendê-la como o estudo da superfície terrestre, da distribuição espacial e das relações mútuas de fenômenos biológicos, físicos e sociais que nela se revelam.

A geografia divide-se em:
Geografia Física (Ciências da Terra): estuda o clima, o relevo e sua formação, a botânica e a zoologia;
Geografia Humana (Ciências Sociais): estuda a espécie humana e sua distribuição e estudo dos habitat rurais e habitat urbanos, os aspectos econômicos, sociais, culturais e políticos do mundo;
Geografia Econômica: estuda os fenômenos relacionados com a produção e troca, tais como a localização e distribuição das matérias-primas, fontes de energia e outros recursos naturais.

Considerada por alguns como uma das mais antigas disciplinas acadêmicas, a geografia surgiu na Antiga Grécia, sendo no começo chamada de história natural ou filosofia natural.


Grande parte do mundo ocidental conhecido era dominada pelos gregos, em especial o leste do Mediterrâneo. Sempre interessados em descobrir novos territórios de domínio e atuação comercial, era fundamental que conhecessem o ambiente físico e os fenômenos naturais. O céu claro do Mediterrâneo facilitava a vida dos navegantes gregos, sempre atentos s características dos ventos, importantes para sua navegação em termos de velocidade e segurança. Sobre tais experiências, os gregos deixaram para as futuras gerações escritos que contavam a sua vivência geográfica. Estudos feitos acerca do rio Nilo, no Egito, detalhavam, entre outras coisas, seu período de cheia anual.

No século IV a.C., os gregos observavam o planeta como um todo. Através de estudos filosóficos e observações astronômicas, Aristóteles foi o primeiro a receber crédito ao conceituar a Terra como uma esfera. Em sua especulação sobre o formato da Terra, Strabo acabou escrevendo um obra de 17 volumes, 'Geographicae', onde descrevia suas próprias experiências do mundo - da Galícia e Bretanha para a Índia, e do Mar Negro à Etiópia. Apesar de alguns erros e omissões em sua obra, Strabo acabou tornando-se o pai de geografia regional.

Com o colapso do Império Romano, os grandes herdeiros da geografia grega foram os árabes. Muitos trabalhos foram traduzidos do grego para o árabe. Ocorreram, no entanto, a partir daí, algumas regressões: após o ano de 900 d.C., as indicações de latitude e longitude já não apareciam mais nos mapas. De todo modo, os árabes acabaram recuperando e aprofundando o estudo da geografia, e já no século XII, Al-Idrisi apresentaria um sofisticado sistema de classificação climática. Em suas viagens à África e à Ásia, outro explorador árabe, Ibn Battuta, encontrou a evidência concreta de que, ao contrário do que afirmara Aristóteles, as regiões quentes do mundo eram perfeitamente habitáveis.

Já no século XV, viajantes como Bartolomeu Dias e Cristóvão Colombo redescobririam o interesse pela exploração, pela descrição geográfica e pelo mapeamento. A confirmação do formato global da Terra veio quinze anos mais tarde, em uma viagem de circunavegação realizada pelo navegador português Fernando Magalhães, permitindo uma maior precisão das medidas e observações.



Grandes nomes se empenharam no estudo das várias áreas da geografia. A geografia social, por exemplo, recebeu a dedicação de nomes como Goethe, Kant, e Montesquieu, preocupados em estabelecer em seu estudo a relação entre a humanidade e o meio ambiente. A geografia recebeu novas subdivisões, entre as quais, a geografia antropológica e a geografia política.

Por volta do século XIX, surgia a Escola Alemã, apresentando o determinismo, que suportava a idéia de que o clima era capaz de estimular ou não a força física e o desenvolvimento intelectual das pessoas. Assim, afirmava que nas zonas temperadas a civilização teria um desenvolvimento mais elevado do que nas quentes e úmidas zonas tropicais. Já nos anos 30, a Escola Francesa lançava o possibilismo, que afirmava que as pessoas poderiam determinar seu desenvolvimento a partir de seu ambiente físico, ou seja, sua escolha, determinaria a extensão de seu avanço cultural.

Chegaram os anos 60 com todas as suas revoluções, e o desejo de fazer da geografia um estudo mais científico, mais aceito como disciplina, levaram à adoção da estatística como recurso de apoio. No final da década, duas novas técnicas de suma importância para a geografia começavam a ser desenvolvidas: o computador eletrônico e o satélite, dando nova ênfase à disciplina.



Fontes :
http://www.sogeografia.com.br/Conteudos/
http://www.brasilescola.com/geografia/curiosidades-geografia.htm
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/historia-da-geografia/historia-da-geografia.php

Psicologia

Psicologia é a ciência da mente ou do comportamento e se refere a um conjunto de funções que se distinguem em três grandes vias: a via ativa (movimentos, instintos, hábitos, vontade, liberdade, tendências, e inconsciente); a via afetiva (prazer e dor, emoção, sentimento, paixão, amor); e a via intelectiva (sensação, percepção, imaginação, memória, idéias, associação de idéias). Herrmann Ebbinghaus, pioneiro na psicologia experimental, disse certa vez que: “A psicologia possui um longo passado, mas uma história curta”, isso porque durante 2000 anos a psicologia esteve ligada como uma área da filosofia e muitos filósofos já se preocupavam com a mente do homem durante a Grécia Antiga. Sócrates e Platão contribuíram com suas com suas definições sobre a razão e Aristóteles afirmou a alma como o principio ativo da vida.

Mas a psicologia como um campo da ciência separada começou a ser construída apenas em 1879 quando Wilhelm Wundt fundou o primeiro laboratório dedicado à investigação em Leipzig. Após isso vários movimentos surgiram como o próprio Wundt que iniciou um movimento chamado de Estruturalista que pesquisava a estrutura da consciência, após isso William James liderou o Funcionalismo que estudava o funcionamento dos processos mentais e Edward Thorndike fundou o Associacionismo que analisava os processos de aprendizagem por meio de associação de idéias.

Durante o resto do século XIX inúmeros tipos de psicologia aplicada apareceram com nomes como John Dewey, Hugo Münsterberg e James Cattell. Em 1912 surge o movimento chamado de Behaviorismo pelo psicólogo John Watson, ao mesmo tempo que o Behaviorismo crescia na América, na Alemanha crescia o Gestalt que se interessava em compreender a percepção, o pensamento e a resolução de problemas. Juntamente com esses, ainda na Europa, em Viena, surgia um dos mais difundidos movimentos da história da psicoloia, a psicanálise. Criada por Sigmund Freud, buscava compreender diversos “processos misteriosos”.



Atualmente esses movimentos sobrevivem através de vários psicólogos que seguem esses movimentos. A psicologia é ainda nova como ciência mesmo contendo um passado distante e por isso ainda há muito a ser explorado pela ciência da mente.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Física



A Física é uma ciência que estuda as propriedades da matéria e suas forças através de linguagem matemática, assim a introdução da experimentação a distinguiu da filosofia e da religião,quais também tinham o objetivo de compreender a origem e  constituição do Universo.   
    Esta matéria estuda : a matéria nos níveis molecular, atômico, nuclear e subnuclear ; os estados sólido , líquido, gasoso e plasmático da matéria. Pesquisa também as quatro forças fundamentais: a da gravidade, a eletromagnética, a interação forte .
    Física teórica e experimental - geralmente realizada em condições laboratoriais universalmente repetíveis . A Física teórica sistematiza os resultados experimentais, estabelece relações entre conceitos e grandezas Físicas e permite prever fenômenos inéditos.

FATOS HISTÓRICOS  

É com Aristóteles que a Física e as demais ciências ganham o maior impulso na Antiguidade . Suas principais contribuições para a Física são as ideias sobre o movimento, queda de corpos pesados (chamados "graves", daí a origem da palavra "gravidade" ) e o geocentrismo . A lógica aristotélica irá dominar os estudos da Física até o final da Idade Média.

Revolução Copernicana
    Em 1510 Nicolau Copérnico rompe com mais de dez séculos de domínio do geocentrismo. No livro Commentariolus diz pela primeira vez que a Terra não é o centro do Universo e sim um entre outros tantos planetas que giram em torno do Sol. Enfrenta a oposição da Igreja Católica, que adotara o sistema aristotélico como dogma e faz da Física um campo de estudo específico
    Heliocentrismo - "O centro da Terra não é o centro do mundo ( Universo) e sim o Sol ". Este é o princípio do heliocentrismo (que tem o Sol do grego hélio - como centro), formulado por Nicolau Copérnico e marco da concepção moderna de Universo. Segundo o heliocentrismo, todos os planetas, entre eles a Terra, giram em torno do Sol descrevendo órbitas circulares.
Física CLÁSSICA
A mecânica clássica é divida em 3 leis : a 1° Lei da Inércia – a qual se refere a tendência de um objeto parado ou em movimento se manter como está a não ser que haja uma intervenção de uma força externa; 2° Diz que a força é proporcional a massa do objeto e sua aceleração; 3°Fala que para toda ação existe uma reação equivalente e contrária.

Física APLICADA
Termodinâmica é divida em 2 princípios : o Primeiro é o da conservação de energia, a soma das trocas de energia de um sistema isolado é nula; o Segundo em qualquer transformação produzida em sistema isolado, a entropia aumenta ou permanece constante, portanto não há sistema térmico perfeito no qual todo calor é transformado em trabalho.
    Entropia - tendência natural da energia se dispersar e da ordem evoluir invariavelmente para a desordem. O conceito foi sistematizado pelo austríaco Ludwig Boltzmann ( 1844-1906) e explica o desequilíbrio natural entre trabalho e calor.

ERA QUÂNTICA
O modelo quântico do átomo elaborado por Niels Bohr em 1913, distribui os elétrons em níveis de energia característicos de cada átomo, eles ao absorverem uma certa energia podem pular para outro nível e ao liberá-la volta ao seu nível original.

RELATIVIDADE

( O senhor doente é Deus e o cientista falando com ele é Einstein)

    A teoria da relatividade surge em duas etapas e altera profundamente as noções de espaço e tempo. Enquanto a mecânica quântica é resultado do trabalho de vários físicos e matemáticos, a relatividade é fruto exclusivo das pesquisas de Albert Einstein.
Relatividade Geral
    Dez anos depois, Einstein estende a noção de tempo-espaço à força da gravidade. A Teoria Geral da Relatividade (1916), classificada pelo próprio Einstein como "bonita esteticamente", é também uma teoria da gravidade capaz de explicar a força de atração pela geometria tempo-espaço .

Especializações da Física
Cosmologia e Astrofísica(Tratam da natureza físico, sua origem, evolução e possíveis extensões espaço-temporais.)
Física atômica, molecular e de polímeros - Dedicam-se à descrição da estrutura e das propriedades de sistemas de muitos elétrons.
         Física da matéria condensada e do estado sólido - Ocupa-se das propriedades gerais dos materiais, como cristais, vidros ou cerâmicas. Tem como subespecificações a Física de semicondutores e a de superfícies.
    Física nuclear - Estuda a estrutura nuclear e os mecanismos de reação, emissão de radiatividade natural, de fissão e fusão nuclear.
    Física dos plasmas - Estuda a matéria a centenas de milhares de graus ou mesmo a milhões de graus de temperatura, estado em que a estrutura atômica regular é desfeita em íons e elétrons ou em que ocorrem fusões nucleares, como no Sol e nas demais estrelas.
    Física das partículas elementares - Trata dos constituintes fundamentais da matéria.
    Física das radiações - Estuda os efeitos produzidos pela absorção da energia da radiação eletromagnética em geral ou da radiação ionizante em particular.
    Gravitação e relatividade geral - Tratam das propriedades geométricas do espaço/tempo, como decorrentes das concentrações de massa no Universo.
    Mecânica dos fluídos - Estuda as propriedades gerais e as leis de movimento dos gases e dos líquidos.
      Óptica - Estuda propriedades e efeitos de fontes de luz (como os raios laser), de transmissores de luz (como as fibras ópticas) e de fenômenos e instrumentos ópticos.(como o arco-íris e os microscópios).



Fontes:
http://www.fisica.net/historia/historia_da_fisica_resumo.php (Texto)
http://www.umsabadoqualquer.com (tirinha sobre Deus)

terça-feira, 31 de maio de 2011

Química

A química vem da palavra egípcia kēme (chem) e significa “terra”. É a ciência que estuda a natureza da matéria, suas propriedades e a energia envolvida no processo.

Um dos primeiros fenômenos químicos que o homem provavelmente viu foi ainda no período paleolítico, em que algum fenômeno natural provocou o fogo. O domínio do fogo permitiu grandes evoluções na vida do homem, que pôde caçar, aquecer alimentos, afugentar animais, iluminar a noite. Outra coisa que o fogo permitiu foi que, como os animais não se aproximavam do fogo, o homem passou a dormir por mais tempo, já que não tinha que se preocupar em ser predado, e dormir mais significou maior desenvolvimento no nosso cérebro.

Muitos anos se passaram até que se chegasse aos primeiros sinais de metalurgia por volta de 5000 a.C onde o homem já conhecia o cobre, o ouro e a prata que eram extraídos do solo e trabalhados com o martelo. Cerca de 2000 anos mais tarde, na mesopotâmia, se descobriu que ao misturar o cobre com um pouco de estanho surgia um metal mais resistente, o bronze. Através das técnicas metalúrgicas, em 1500 a.C surgiu o ferro o que começou a dita Idade do Ferro.

Por um longo tempo esses processos químicos foram utilizados para criar o que o homem queria, como no Egito que com processos químicos fabricaram o vidro, o papiro, extrair corantes, medicamentos, entre outros.

Mas mesmo com amplo conhecimento de técnicas de transformar a matéria ao seu redor, as civilizações até então nunca procuraram entender o porquê aquilo acontecia. A civilização que começou a tentar desvendar os mistérios desses fenômenos não poderia ser outra que não a grega. Houve várias teorias sobre como funcionava o nosso mundo como, por exemplo, Demócrito (460-370 a.C.) afirmava que tudo no mundo poderia ser dividido em partículas cada vez menores até que chegasse a uma partícula mínima que não poderia mais ser dividida que ele chamou de átomo, idéia que não se firmou na época, mas reapareceu séculos mais tarde. Aristóteles (384-322 a.C.) por sua vez dizia que a matéria poderia ser dividida infinitamente e que tudo era formado por quantidades variáveis de quatro elementos: terra, água, fogo e ar.

Por volta de 300 d.C surgiu a Alquimia. A alquimia se desenvolveu entre árabes e europeus e almejavam dois objetivos: A pedra filosofal e o elixir da longa vida. Acreditava-se na época que todos os metais, eram na verdade ouro, o “metal perfeito”, e que existia um fermento sólido que tiraria todas as impurezas do metal mais barato e o transformaria em ouro, era a chamada Pedra Filosofal. Já o elixir da longa vida era um misterioso remédio que poderia curar qualquer doença além de conservar a eterna juventude enquanto tomasse do elixir. Com essa incessante busca pela riqueza e vida eterna, muitas substâncias foram criadas como o ácido sulfúrico, ácido clorídrico, etanol e equipamentos como o almofariz e o alambique.

A busca se prolongou até o século XVI, quando Paracelsus (1493-1541) propôs que a alquimia deveria se preocupar mais com o aspecto médico, a Iatroquímica, e isso acarretou novas substâncias e equipamentos criados.

Lavoisier (1743 - 1794) é considerado o pai da química moderna (a química atômica). Ao introduzir a balança em seus experimentos, ele pesou os materiais antes e depois da experiência e notou que a massa era a mesma, percebendo então a lei química que provavelmente é a mais famosa na química “Na natureza nada se cria, nada se perde, tudo se transforma”.

As teses de Lavoisier deram aos químicos uma compreensão sólida sobre reações químicas, e no século XIX surgiram teorias que consolidaram o átomo devido a Dalton (1766-1844) e da molécula por Avogadro (1776-1856), além de Mendeleyev (1834-1907) ordenar os elementos na tabela periódica.

Com o uso de equipamentos modernos conseguimos determinar as estruturas dos átomos e das moléculas, com precisão cada vez maior. Além disso, entre 1960 e 1969 conseguiu-se sintetizar cerca de 1,2 milhão de novos compostos. Tudo isso acabou sendo aplicado nas indústrias, resultando numa vasta tecnologia química.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Biologia




Os conhecimentos biologicos( em grego seria "estudo da vida") começaram na pré-história com a observação dos homens sobre o comportamento animal, e sobre a frutificação das plantas embos gravados em pinturas rupestres.
Na Mesopotâmia, sabia-se já que o pólen podia ser utilizado para fertilizar plantas e,por volta de 1800 a.C. já conheciam o dimorfismo sexual das tamareiras. Animais eram mantidos naquilo que hoje podemos considerar como sendo os primeiros jardins zoológicos.

Na Índia, textos descrevem variados aspectos da vida das aves. Egípcios e babilônicos tinham já um conhecimento apreciável de anatomia e fisiologia de várias formas de vida. No Egito, eram usados baixos relevos e papiros para fazer a representação anatômica do corpo humano e de outros animais. A prática do embasamento utilizado pelo povo egípcio requeria já um amplo conhecimento das propriedades de plantas e óleos de origem vegetal,o tecido das plantas cultiváveis.



As primeiras pesquisas biológicas foram realizadas a olho nu, em 400 A.C pelo estudioso Hipócrates, conhecido como o pai da medicina que descreveu doenças comuns, concedendo as causas às dietas e outros problemas físicos.

Aristóteles chegou à conclusão de que a observação cuidadosa era a forma mais imprescindível para estudar.Assim observou a natureza e desenvolveu trabalho relacionado com a categorização dos seres vivos, baseado na distinção entre animais com sangue e animais sem sangue(em linhas gerais, correspondem aos atuais vertebrados e invertebrados). Constatou a existência de órgãos homólogos e análogos em vários grupos de seres vivos e a adaptação estrutural e funcional dos seres vivos ao meio.

No século I d.C., o romano Galeano se esforçou, por exemplo, para compreender a função dos órgãos dos animais. Apesar de saber que o coração bombeava sangue, era impossível a Galeano descobrir, só por meio de observações, que o sangue circulava e voltava ao coração. Ele, então, supôs que o sangue era bombeado para “irrigar” os tecidos e o novo sangue era produzido de maneira ininterrupta para reabastecer o coração.

Por meio da pesquisa e da dedução pretenderam os gregos chegar ao conhecimento do mundo e das leis que os regem, numa atitude que constitui a origem da ciência ocidental. Em alguns dos sistemas globais então imaginados, já se percebia uma atitude evolucionista, pois sustentavam que os seres vivos se haviam formado a partir da matéria inanimada.


Na Idade média, Lineu deu continuidade a teoria de Aristóteles, criando novas categorias de espécie, gênero, ordem, classe e reino, e um sistema de nomenclatura dos seres vivos, que ainda é usado.

Nos séculos XII e XIII reativou-se a cultura européia, fundaram-se escolas e universidades. Durante o século XIV começaram a ser feitas dissecações de cadáveres, o que fez a anatomia progredir acentuadamente.
Durante o século XVI, fatores como o êxodo dos sábios bizantinos para o Ocidente, depois da conquista de Constantinopla pelos turcos, e a invenção da imprensa propiciaram novo impulso ao estudo da natureza em geral e da biologia em particular.
No campo da fisiologia, o espanhol Miguel Servet iniciou o estudo da circulação sangüínea , concluído no século XVII pelo inglês William Harvey o qual mostra que o sangue circula pelo corpo todo e que é bombeado pelo coração.





Com a invenção do primeiro microscópio, no século XVII, conceitos tradicionais sobre a vida seriam derrubados, dando um novo rumo à Biologia.Em 1665, Robert Hooke descobriu a estrutura celular e utilizou pela primeira vez a palavra célula.

Durante o século XVIII realizaram-se novos estudos químicos relacionados com a biologia. Lavoisier estudou o papel desempenhado pelo oxigênio na respiração animal e a utilização do dióxido de carbono pelas plantas. A importância da luz solar para os processos vitais do mundo vegetal foi revelada pelo holandês Jan Ingenhousz, descobridor da fotossíntese; pelo suíço Nicolas Thëodore de Saussure, que consolidou grande parte dos princípios da fisiologia vegetal; e pelo também suíço Jean Senebier, que observou a liberação de oxigênio pelas plantas.



Um novo passo na formulação das idéias evolucionistas foi dado por Jean-Baptiste de Monet Lamarck, com a teoria da lei do uso e desuso( consistente na herança de caracteres adquiridos dos pais para sua prole, e que o excesso ou falta de uso determina parte a mudaria).
Friedrich Wöhler demonstrou em 1828, que moléculas orgânicas como a uréia, poderiam ser sintetizadas por meios artificiais, abalando assim a corrente do vitalismo.
Em 1833, foi sintetizada artificialmente a primeira enzima (diastase): uma nova ciência, a bioquímica, começa a dar os primeiros passos.

A geração espontânea, crença que afirmava a possibilidade de poder aparecer vida a partir de matéria não viva, foi finalmente desacreditada por via de experiências levadas a cabo por Louis Pasteur.

Foi a partir dessa descoberta que a teoria celular foi, então, formulada, em princípios do século XIX, por Schleiden e Schwann, que concluíram que as células constituem todo o corpo de animais e plantas.Isso ocorreu na mesma época das viagens de Darwin e da publicação de sua obra A origem das espécies, sobre as teorias da evolução,descreve a seleção natural como mecanismo primário da evolução.


As leis de hereditariedade de Mendel, estas encaixavam-se em regras simples as primeiras leis quantitativas em biologia, foram sustentadas e explicadas pela teoria cromossômica de Morgan( após 35 de obscuridade).


O citologista Walther Flemming, em 1882, tornou-se o primeiro a demonstrar que os estágios diferenciados da mitose .Também estabeleceu-se que o número cromossômico duplicava mesmo antes da célula se dividir em duas. Em 1887, August Weismann propôs que o número cromossômico teria que ser reduzido para metade, no caso das células sexuais (gametas), o que virou fato.


Com a invenção do microscópio eletrônico, décadas depois, estruturas subcelulares foram descobertas, como o orifício do núcleo ou a membrana dupla da mitocôndrias. Com o desenvolvimento do microscópio , permitiu a Crick e Watson descobrir a dupla hélice do DNA e do código genético, em 1954, marcando o início da biologia molecular e da genética experimental.
Assim se vê que na ciência em geral e na biologia não existem verdades, mas sim teses que podem ser aceitas ou não.Acima tem alguem exemplos de teorias que foram derrubadas com o tempo, pelo avanço de técnicas de pesquisa e de conhecimentos, sendo algo mutavél. E mesmo com isso continuam sendo estudadas para saber que é desse debate e de várias, idéias que surgem as grandes descobertas.

Curiosidades, alguns ramos da biologia :
Zoologia
Botânica
Microbiologia
Micologia
Bacteriologia
Virologia
Citologia ou Biologia Celular
Genética
Biologia Molecular
Sistemática
Biologia Evolutiva
Fisiologia
Ecologia
Biologia de Sistemas
Biologia da Conservação
Bioética
Biologia do Desenvolvimento
Histologia
Etologia
Imunologia
Biotecnologia
Paleontologia
Etnobiologia

Fontes: http://pt.shvoong.com/exact-sciences/biology/1639518-hist%C3%B3ria-da-biologia/#ixzz1MZpONsgz
http://www.colegioweb.com.br/biologia/historia-da-biologia1.html
http://www.historiadetudo.com/biologia.html
http://www.cwb.matrix.com.br/biologia/historia.htm
http://pt.shvoong.com/exact-sciences/biology/1639518-hist%C3%B3ria-da-biologia/

sábado, 7 de maio de 2011

Matemática

É muito difícil dizer com precisão onde exatamente começou a relação do ser humano com a matemática, mas sabe-se que desde a época pré-histórica o homem convive com ela, como pode se ver, por exemplo, no osso de Ishango, que se acredita ser datado de 18000 a 20000 a.C.

Cerca de 3500 anos atrás, egípcios e babilônios já utilizavam a matemática de forma simples para uso de necessidades práticas como contar certo número de animais ou de alguns bens e calculo de áreas. A matemática continuou sem grande evolução até por volta de 550 a.C com Pitágoras.

O filósofo grego estudou muito os números e acreditava estes eram essenciais para a forma de todas as coisas. A diferença entre a matemática que Pitágoras estudava e a matemática que existiu a milhares de anos antes dele, é que a matemática dele não se contentava apenas com o uso dela para necessidades práticas simples: ia além, buscavam descobrir a propriedade dos números, não se importando necessariamente com sua utilidade prática.

A cultura grega nos trouxe a base da matemática atual, vindo deles descobertas e definições como números pares e impares, números irracionais, números primos, inúmeros conhecimentos sobre geometria, entre outros.

Além de Pitágoras, outros grandes gregos que ajudaram a transformar a matemática no que ela é hoje foram Euclides, Eudoxo de Cnido, Tales de Mileto e outros.

Após a queda da Grécia e a saída da mesma como o centro cultural do mundo, a matemática esteve em um grande período que podemos chamar de “período negro”. Com pouquíssimos avanços no campo durante quase 2000 anos (é claro que houveram algumas descobertas durante esse tempo, como o surgimento na Índia por volta de 500 d.C de um símbolo para representar o zero), a matemática só voltou a encontrar grandes feitos em 1551, no Renascentismo, com o surgimento da trigonometria, porém a partir daí até os dias atuais evoluiu de tal forma que poderia prolongar esse post por um longo tempo para contar todos os avanços de pessoas como Descartes, Pascal, Galileu, Copérnico, etc.

Desde então a matemática pode ser dividida em várias áreas, entre as principais estão:

  • Aritmética
  • Álgebra
  • Geometria
  • Geometria Analítica
  • Porcentagem
  • Trigonometria
  • Estatística

Essa ciência tem como sua principal função, trazer para uma linguagem diferente, problemas encontrados no nosso dia-a-dia de forma à possibilitar e facilitar sua resolução. Toda ciência em algum momento necessita em algum momento da linguagem matemática para concluir algum cálculo, sendo assim, podemos inclusive definir a matemática como uma ciência de apoio para outras ciências, uma válvula de escape para quando se torna muito complicado traduzir em palavras problemas nos qual nos deparamos, não importa qual seja a área de trabalho.